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Prorrogada “A volta das Coleções MAM Rio” no MAM Rio

Foi prorrogada até o dia 22 de outubro a exposição “A volta das Coleções MAM Rio”, no MAM Rio , com curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes. A mostra reúne mais de 100 obras em séries, conjuntos, múltiplos, sequências e associações de artistas de diferentes nacionalidades e gerações. Todos os trabalhos pertencem às três grandes coleções do Museu – a própria, a de Gilberto Chateaubriand e a de Joaquim Paiva, que somam mais de 16 mil obras. Com a abertura desta exposição, o terceiro andar do MAM passa a ser destinado, exclusivamente, à exibição de seu acervo.

Os artistas presentes na exposição são: os brasileiros Alair Gomes (1921–1992), Antonio Dias (1944), Antonio Manuel (1947), Athos Bulcão (1918–2008), Geraldo de Barros (1923–1998), Carlos Zilio (1944), Gilvan Samico (1928–2013), Jac Leirner (1960), Mário Fontenelle (1919–1986), Milton Machado (1947), Raymundo Collares (1944–1986), Rosangela Rennó (1962), Vicente de Mello (1967) e Waltercio Caldas (1946), os alemães Bernd (1931– 2007) & Hilla Becher (1934–2015),  Grete Stern (1904–1999), Josef Albers (1888–1976), Wolf Vostell (1932–1998), a norte-americana Diane Arbus (1923–1971), o taiuanês Hsieh Tehching (1950) e o espanhol Juan Pratginestós (1951).

Os curadores observam que “ainda que possuam perfis diversos, nossas coleções têm sido organizadas a partir da soma de seus perfis complementares, o que enseja múltiplos recortes curatoriais sem perda da força de seu conjunto”. “A cada exposição proposta, a curadoria do MAM investiga novos recortes das coleções só que partir de pressupostos abertos; ou seja, não costumamos separar arte brasileira da internacional; evitamos agrupar obras por técnicas, linguagens ou estilos, na montagem”, explicam Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes. Eles afirmam que “mais que um título, ‘A volta das Coleções MAM Rio’ reafirma nosso compromisso de mostrar as coleções MAM, agora com endereço permanente no terceiro andar do Museu”.