ArtRio

Agenda

Agenda
novembro
dezembro
janeiro
  • 14.NOV - 14.JAN 'Mil histórias, duas rotas' - Bet Katona e Roberta Cani Centro Cultural Justiça Federal | Avenida Rio Branco, 241 - Centro

    +

    São cerca de 34 obras, todas pinturas, entre acrílica sobre tela e óleo sobre tela. Apresentam um recorte das trajetórias de Bet e de Roberta, que muitas vezes se cruzam, mas constituem uma narrativa em aberto. As duas artistas têm o mesmo enfoque do urbano em suas obras. Assim é a exposição: obras que dialogam entre si e com o urbano, mas que contam histórias e vivências distintas. X

  • 10.NOV - 08.FEB Laura Erber e Marcelo Jácome Martha Pagy Escritório de Arte | Visconde de Pirajá 35/ 14 andar - Ipanema

    +

    A artista visual e escritora Laura Erber mostra ​ ​uma nova série de desenhos e prossegue na exploração do comportamento insubordinado das linhas, reforçando seu aspecto gráfico sobre o fundo agora preto. Cada desenho apresenta um momento ou cena do enovelamento de diversas linhas que parecem crescer e se multiplicar caoticamente a partir de um núcleo invisível. Marcelo Jácome assim define a nova produção: "Essa série de trabalhos ressurge de uma época em que a rua foi por um tempo ateliê. Um tempo em que percebi que cor e precariedade seriam terrenos interessantíssimos de exploração. Essas colagens aparecem neste momento como afirmação dessas duas instâncias constituintes do meu trabalho. Assim sendo, ofereço a vocês Madureira Pop. " X

  • 09.NOV - 07.JAN 'A obra como espelho" I Individual de Marilou Winograd Centro Cultural Correios | Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro

    +

    “Assim como Lewis Caroll em Alice no País das Maravilhas, pretendo levar o visitante da minha exposição para ‘o outro lado do espelho’”, afirma, metaforicamente, Marilou Winograd. A artista visual comemora duas décadas de carreira na individual “a obra do espelho”, no Centro Cultural Correios, no Centro, sob a curadoria de Ruy Sampaio. Obras grandes - instalações de 3 metros de altura por 6 metros de largura -, formam conjuntos ao lado de outras menores, como as quarenta caixas acrílicas que ostentam dedais, agulhas e fios de cobre que tecem redes de memórias que se ampliam, na concepção da artista. Fotografias ampliadas com layers de outras imagens rasgadas sobrepostas funcionam “como se atravessassem os espelhos através das camadas da obra, numa viagem ao tempo/memória do visível, tornando o invisível parte da obra”, explica a artista. X

  • 08.NOV - 07.JAN 'Memória e Transformação' I Individual de Mário Camargo Centro Cultural Correios | Rua Visconde de Itaboraí - Centro

    +

    Em “Memória e Transformação”, Mário Camargo utiliza a pintura, mas de uma maneira diferente da usada em outras exposições. A pintura parece saltar da tela, deixando de ser enquadrada nos chassis, na busca da transformação em um objeto, escultura, instalação ou simplesmente deixar parte da pintura sair do retângulo. Na instalação, esta busca fica evidente. A transformação é exercida na procura de transpor a barreira da antiga presença. Por meio das tiras, que são resultados de telas rasgadas e repintadas, uma nova representação busca a terceira dimensão ou simplesmente a saída dos chassis”, adianta o artista. X

  • 08.NOV - 11.DEC Oblíquos I Individual de Flávia Junqueira Quadra | Rua Dias Ferreira, 175 - Leblon

    +

    Flavia Junqueira nos convida a mergulhar bem fundo nas lembranças, na emoção, na fantasia. As imagens por ela coletadas trazem também o som e o movimento inseparáveis dos carrosséis nos parques de diversão, nas feiras e festas populares. O olhar se perde na beleza dos cavalos de madeira, nas crinas esvoaçantes, no movimento garboso das patas em galope. E eles giram, e tornam a girar, e sobem e descem incansáveis na nossa imaginação, ao som da música singela que acompanha a cavalgada. No carrossel, todos que entram na brincadeira são heróis, soldados ou guerreiros, princesas ou rainhas. Mas os cavalos estão presos, trespassados por um eixo vertical que os impede de alçar voos mais livres. Talvez esse seja o maior dilema, aquilo que mais nos emociona: a força e a vitalidade submetidas. Tudo nos cavalos de carrossel sugere o movimento livre, mas na verdade é apenas fantasia. Eles não sairão da roda, jamais se cansarão de girar, nunca irão refugar nem jogar seus cavaleiros ao chão. Estão ali aprisionados porque assim é necessário, é mais seguro. X

  • 07.NOV - 07.DEC Vista Parcial I Coletiva Mercedes Viegas Arte Contemporânea | Rua João Borges, 86 - Gavea

    +

    A série "Vista parcial", de Julio Villani, que dá nome à exposição, tem o Rio de Janeiro antigo como pano de fundo. A fotografia foi reproduzida em vários exemplares, e cada um deles retrabalhado através de colagens em papel e tinta óleo. Ao intervir diversas vezes sobre a mesma imagem matriz, o artista encontrou uma forma de colocar sua pintura em movimento e atribui a cada tiragem uma singularidade, uma forma própria. As obras estão publicadas no livro "Julio Villani 1 + 1 + 1", editado no Brasil pela Martins Fontes. Nas fotografias de Jaqueline Vojta, sua formação como pintora está presente na escolha temática, ao fotografar o campo, no vale de Dedham, em Essex, Inglaterra, onde o artista do século XIX John Constable viveu e pintou a maioria de suas paisagens. A artista não faz aqui uma fotografia documental, recuperando a exata visão do pintor, mas busca capturar a atmosfera do lugar. Seguindo o mote de Constable, Jaqueline fotografa também o lugar onde vive, o Rio de Janeiro, em locais onde a natureza se faz presente, resistindo em meio à selva urbana. Regina de Paula participa com quatro fotografias que abordam questões relacionadas à colonização e catequese, mas que, segundo a artista, não se reduzem a esses âmbitos, pois não pretendem direcionar ou reduzir a dimensão reflexiva que a imagem na arte pode, enquanto potência, enunciar. Algumas delas foram feitas na Aldeia Maracanã, junto às ruínas do Museu do Índio, onde ficam acampados índios de todo Brasil. Luiza Baldan apresenta uma fotografia que faz parte da série “A uma casa de distância da minha”, feita em Portugal. A artista fez road trip percorrendo o litoral português de norte a sul, em busca de resquícios do estilo arquitetônico chamado “Português Suave”, que foi incorporado pelo regime fascista como símbolo nacional e adaptado à linguagem propagandista política. Seu olhar sobre os vazios, em meio a um mundo sedento por presença e completudes, é uma espécie de imagem paradigmática daquilo que deveria reger a relação com a vida, ou seja, a busca pela surpresa, o inesperado, e não pelo seguro e já conhecido. A jovem Maria Baigur participa da mostra com fragmentos das séries de fotografias “Dramas ordinários” e “Serenus”. São imagens como anotações da vida urbana, usando o centro ressoante − a cidade − para compor séries que falam das pluralidades, delicadezas, dramas, traumas e fetiches da vida contemporânea. Os nomes das séries vieram de leituras de Nelson Rodrigues e de visitas a farmácias em busca de calmantes vendidos sem receita. “Pequenos segredos que todos dividimos”, segundo a artista. X

  • 07.NOV - 01.DEC 'À Beira' I Individual de Pedro Tebyriçá Galeria de Arte IBEU | Rua Maria Angélica, 168 - Jardim Botânico

    +

    Nascido no bairro carioca, Tebyriçá viveu por 30 anos no edifício “Marambaia” – o mais antigo da área, construído à beira do mar -, de onde, da mesma janela, se vê as praias do Arpoador, Ipanema, Leblon, as Ilhas Cagarras e o Morro Dois Irmãos. Isto influenciou a poética do artista, que registrou de uma maneira pessoal as características próprias – e múltiplas – do local. O curador, César Kiraly, selecionou 20 fotos, onde conjugo duas linguagens: umas com a luz estourada, outras com algum colorido, já que fotografo sempre em P&B. A fotografia, para mim, significa um renascimento, um amadurecimento. Lanço um olhar de artista plástico sobre as minhas fotos”, afirma Pedro. X

  • 25.OCT - 22.DEC 'Jazz' I Individual de Henri Matisse CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1 | Av. Almirante Barroso, 25 - Centro

    +

    A mostra reúne 20 pranchas impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em Paris, em 1947. As imagens variam da abstração a figuras de grande vivacidade, mescladas a um texto manuscrito impresso em fac-símile no qual Matisse (1869-1954) tece observações sobre assuntos diversos. O próprio autor esclarece que a composição aborda assuntos ligados ao circo, contos populares e viagens, com ritmo identificável aos sons de uma orquestra de jazz. X

  • 19.OCT - 24.NOV 'Cíclico' I Individual de Ruan D'Ornellas C. Galeria | Rua Visconde de Pirajá, 580/102ss, - Ipanema

    +

    O artista, que tem a distensão do real como característica marcante em suas obras, utiliza dessa vez as cartas do tarô como ponto de partida de sua pesquisa. Em Cíclico, D`Ornellas apresenta pinturas, desenhos e esculturas que revelam três cartas simbolicamente representadas pelo desenho Início meio fim, meio início meio fim– nele a junção das cartas de arcanos maiores: o Sol, a Lua e a Morte. X

  • 14.SEP - 15.JAN Povo Insônia | individual de Toz Museu da Chácara do Céu | Rua Murtinho Nobre 93 - Santa Teresa

    +

    A concepção da exposição dialoga com as origens imaginárias do Povo Insônia, uma civilização cuja proveniência é desconhecida, mas fazem eco à identidade brasileira e à riqueza de todas as influências culturais dos diversos povos que, ao chegarem ao Brasil, participaram da construção dessa identidade diversa. Com uma linha curatorial baseada na afetividade, o projeto expográfico propõe ao público um percurso pelos diferentes espaços do museu: o jardim, onde será realizada uma instalação artística-sonora, as 2 galerias de exposições temporárias onde serão reunidas obras exclusivas, entre elas telas, esculturas e objetos diversos assim como uma instalação artística e enfim uma ocupação dos espaços expositivos do museu. X

  • 25.JUL - 28.DEC O Colecionismo no Brasil - Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim Museu Nacional de Belas Artes | Avenida Rio Branco, 199 - Centro

    +

    A exposição reúne 24 obras, sendo 22 telas e dois desenhos, centrada nas telas de Boudin, além de outros artistas franceses deste acervo, como Alfred Sisley, Edouard Detaille e François Bonvin. Funcionamento: de terça a sexta, de 10h às 17h; sábado, domingo e feriado, de 13h às 17h. Ingresso: R$ 8,00 (inteira), R$ 4,00 (meia) e ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. Grátis aos domingos. X

  • 16.MAY - 04.MAR Dja Guata Porã: Rio de Janeiro indígena | coletiva Museu de Arte do Rio | Praça Mauá, 5 - Centro

    +

    Mostra trata da história do estado do Rio como história indígena. Concebida a partir da colaboração de povos, aldeias e indígenas que residem no estado ou na capital carioca, a exposição é fruto de um processo de diálogo conduzido entre 2016 e 2017 pela equipe de pesquisa, curadoria e educação do MAR. Funcionamento: de terça a domingo, de 10h às 17h. Entrada: R$ 20,00 (meia-entrada: R$ 10,00). Gratuidade às terças-feiras. X

  • 01.JAN - 31.DEC Genealogias do Contemporâneo - Coleção Chateaubriand e MAM Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro | Av. Infante Dom Henrique, 85 - Centro

    +

    Exposição panorâmica que reúne artistas fundamentais da arte brasileira entre os anos 1920 e 1970. As obras são agrupadas em quatro núcleos que põem em evidência questões que atravessam o imaginário poético moderno e contemporâneo, a partir do contexto cultural específico em que as obras foram produzidas. São elas: 1 – Brasil: visões e vertigens; 2 – Cidades partidas: conflitos e afetos; 3 – Corpos híbridos: identidades em trânsito; 4 – Respirações geométricas. Funcionamento: de terça a sexta, das 12h às 18h. Sábado, domingo e feriado, das 11h às 18h. Ingresso: R$14,00 (estudantes maiores de 12 anos e maiores de 60 anos: R$7,00). Amigos do MAM e crianças até 12 anos: entrada gratuita. Quartas a partir das 15h: entrada gratuita. Domingos: ingresso família, para até 5 pessoas: R$14,00. X

  • 15.APR - 31.DEC MAM: sua história, seu patrimônio | coletiva Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro | Av. Infante Dom Henrique, 85 - Centro

    +

    Exposição tem como objetivo difundir a história da Instituição e da sua arquitetura, para que o visitante possa compreender tudo o que o MAM Rio representa e abriga. Aqui se pode olhar a maquete junto a cronologia da arquitetura e dos presidentes do Museu, podendo-se perceber de que forma todo este conjunto foi construído. A reunião de imagens e documentos aqui levantados pretende trazer a tona fatos importantes tanto para o Museu quanto para a História da Arte e do Cinema no Brasil. Funcionamento: de terça a sexta, das 12h às 18h. Sábado, domingo e feriado, das 11h às 18h. Ingresso: R$14,00 (estudantes maiores de 12 anos e maiores de 60 anos: R$7,00). Amigos do MAM e crianças até 12 anos: entrada gratuita. Quartas a partir das 15h: entrada gratuita. Domingos: ingresso família, para até 5 pessoas: R$14,00. X

  • 14.NOV - 14.JAN 'Mil histórias, duas rotas' - Bet Katona e Roberta Cani Centro Cultural Justiça Federal | Avenida Rio Branco, 241 - Centro

    +

    São cerca de 34 obras, todas pinturas, entre acrílica sobre tela e óleo sobre tela. Apresentam um recorte das trajetórias de Bet e de Roberta, que muitas vezes se cruzam, mas constituem uma narrativa em aberto. As duas artistas têm o mesmo enfoque do urbano em suas obras. Assim é a exposição: obras que dialogam entre si e com o urbano, mas que contam histórias e vivências distintas. X

  • 10.NOV - 08.FEB Laura Erber e Marcelo Jácome Martha Pagy Escritório de Arte | Visconde de Pirajá 35/ 14 andar - Ipanema

    +

    A artista visual e escritora Laura Erber mostra ​ ​uma nova série de desenhos e prossegue na exploração do comportamento insubordinado das linhas, reforçando seu aspecto gráfico sobre o fundo agora preto. Cada desenho apresenta um momento ou cena do enovelamento de diversas linhas que parecem crescer e se multiplicar caoticamente a partir de um núcleo invisível. Marcelo Jácome assim define a nova produção: "Essa série de trabalhos ressurge de uma época em que a rua foi por um tempo ateliê. Um tempo em que percebi que cor e precariedade seriam terrenos interessantíssimos de exploração. Essas colagens aparecem neste momento como afirmação dessas duas instâncias constituintes do meu trabalho. Assim sendo, ofereço a vocês Madureira Pop. " X

  • 09.NOV - 07.JAN 'A obra como espelho" I Individual de Marilou Winograd Centro Cultural Correios | Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro

    +

    “Assim como Lewis Caroll em Alice no País das Maravilhas, pretendo levar o visitante da minha exposição para ‘o outro lado do espelho’”, afirma, metaforicamente, Marilou Winograd. A artista visual comemora duas décadas de carreira na individual “a obra do espelho”, no Centro Cultural Correios, no Centro, sob a curadoria de Ruy Sampaio. Obras grandes - instalações de 3 metros de altura por 6 metros de largura -, formam conjuntos ao lado de outras menores, como as quarenta caixas acrílicas que ostentam dedais, agulhas e fios de cobre que tecem redes de memórias que se ampliam, na concepção da artista. Fotografias ampliadas com layers de outras imagens rasgadas sobrepostas funcionam “como se atravessassem os espelhos através das camadas da obra, numa viagem ao tempo/memória do visível, tornando o invisível parte da obra”, explica a artista. X

  • 08.NOV - 07.JAN 'Memória e Transformação' I Individual de Mário Camargo Centro Cultural Correios | Rua Visconde de Itaboraí - Centro

    +

    Em “Memória e Transformação”, Mário Camargo utiliza a pintura, mas de uma maneira diferente da usada em outras exposições. A pintura parece saltar da tela, deixando de ser enquadrada nos chassis, na busca da transformação em um objeto, escultura, instalação ou simplesmente deixar parte da pintura sair do retângulo. Na instalação, esta busca fica evidente. A transformação é exercida na procura de transpor a barreira da antiga presença. Por meio das tiras, que são resultados de telas rasgadas e repintadas, uma nova representação busca a terceira dimensão ou simplesmente a saída dos chassis”, adianta o artista. X

  • 08.NOV - 11.DEC Oblíquos I Individual de Flávia Junqueira Quadra | Rua Dias Ferreira, 175 - Leblon

    +

    Flavia Junqueira nos convida a mergulhar bem fundo nas lembranças, na emoção, na fantasia. As imagens por ela coletadas trazem também o som e o movimento inseparáveis dos carrosséis nos parques de diversão, nas feiras e festas populares. O olhar se perde na beleza dos cavalos de madeira, nas crinas esvoaçantes, no movimento garboso das patas em galope. E eles giram, e tornam a girar, e sobem e descem incansáveis na nossa imaginação, ao som da música singela que acompanha a cavalgada. No carrossel, todos que entram na brincadeira são heróis, soldados ou guerreiros, princesas ou rainhas. Mas os cavalos estão presos, trespassados por um eixo vertical que os impede de alçar voos mais livres. Talvez esse seja o maior dilema, aquilo que mais nos emociona: a força e a vitalidade submetidas. Tudo nos cavalos de carrossel sugere o movimento livre, mas na verdade é apenas fantasia. Eles não sairão da roda, jamais se cansarão de girar, nunca irão refugar nem jogar seus cavaleiros ao chão. Estão ali aprisionados porque assim é necessário, é mais seguro. X

  • 07.NOV - 07.DEC Vista Parcial I Coletiva Mercedes Viegas Arte Contemporânea | Rua João Borges, 86 - Gavea

    +

    A série "Vista parcial", de Julio Villani, que dá nome à exposição, tem o Rio de Janeiro antigo como pano de fundo. A fotografia foi reproduzida em vários exemplares, e cada um deles retrabalhado através de colagens em papel e tinta óleo. Ao intervir diversas vezes sobre a mesma imagem matriz, o artista encontrou uma forma de colocar sua pintura em movimento e atribui a cada tiragem uma singularidade, uma forma própria. As obras estão publicadas no livro "Julio Villani 1 + 1 + 1", editado no Brasil pela Martins Fontes. Nas fotografias de Jaqueline Vojta, sua formação como pintora está presente na escolha temática, ao fotografar o campo, no vale de Dedham, em Essex, Inglaterra, onde o artista do século XIX John Constable viveu e pintou a maioria de suas paisagens. A artista não faz aqui uma fotografia documental, recuperando a exata visão do pintor, mas busca capturar a atmosfera do lugar. Seguindo o mote de Constable, Jaqueline fotografa também o lugar onde vive, o Rio de Janeiro, em locais onde a natureza se faz presente, resistindo em meio à selva urbana. Regina de Paula participa com quatro fotografias que abordam questões relacionadas à colonização e catequese, mas que, segundo a artista, não se reduzem a esses âmbitos, pois não pretendem direcionar ou reduzir a dimensão reflexiva que a imagem na arte pode, enquanto potência, enunciar. Algumas delas foram feitas na Aldeia Maracanã, junto às ruínas do Museu do Índio, onde ficam acampados índios de todo Brasil. Luiza Baldan apresenta uma fotografia que faz parte da série “A uma casa de distância da minha”, feita em Portugal. A artista fez road trip percorrendo o litoral português de norte a sul, em busca de resquícios do estilo arquitetônico chamado “Português Suave”, que foi incorporado pelo regime fascista como símbolo nacional e adaptado à linguagem propagandista política. Seu olhar sobre os vazios, em meio a um mundo sedento por presença e completudes, é uma espécie de imagem paradigmática daquilo que deveria reger a relação com a vida, ou seja, a busca pela surpresa, o inesperado, e não pelo seguro e já conhecido. A jovem Maria Baigur participa da mostra com fragmentos das séries de fotografias “Dramas ordinários” e “Serenus”. São imagens como anotações da vida urbana, usando o centro ressoante − a cidade − para compor séries que falam das pluralidades, delicadezas, dramas, traumas e fetiches da vida contemporânea. Os nomes das séries vieram de leituras de Nelson Rodrigues e de visitas a farmácias em busca de calmantes vendidos sem receita. “Pequenos segredos que todos dividimos”, segundo a artista. X

  • 07.NOV - 01.DEC 'À Beira' I Individual de Pedro Tebyriçá Galeria de Arte IBEU | Rua Maria Angélica, 168 - Jardim Botânico

    +

    Nascido no bairro carioca, Tebyriçá viveu por 30 anos no edifício “Marambaia” – o mais antigo da área, construído à beira do mar -, de onde, da mesma janela, se vê as praias do Arpoador, Ipanema, Leblon, as Ilhas Cagarras e o Morro Dois Irmãos. Isto influenciou a poética do artista, que registrou de uma maneira pessoal as características próprias – e múltiplas – do local. O curador, César Kiraly, selecionou 20 fotos, onde conjugo duas linguagens: umas com a luz estourada, outras com algum colorido, já que fotografo sempre em P&B. A fotografia, para mim, significa um renascimento, um amadurecimento. Lanço um olhar de artista plástico sobre as minhas fotos”, afirma Pedro. X

  • 25.OCT - 22.DEC 'Jazz' I Individual de Henri Matisse CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1 | Av. Almirante Barroso, 25 - Centro

    +

    A mostra reúne 20 pranchas impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em Paris, em 1947. As imagens variam da abstração a figuras de grande vivacidade, mescladas a um texto manuscrito impresso em fac-símile no qual Matisse (1869-1954) tece observações sobre assuntos diversos. O próprio autor esclarece que a composição aborda assuntos ligados ao circo, contos populares e viagens, com ritmo identificável aos sons de uma orquestra de jazz. X

  • 14.SEP - 15.JAN Povo Insônia | individual de Toz Museu da Chácara do Céu | Rua Murtinho Nobre 93 - Santa Teresa

    +

    A concepção da exposição dialoga com as origens imaginárias do Povo Insônia, uma civilização cuja proveniência é desconhecida, mas fazem eco à identidade brasileira e à riqueza de todas as influências culturais dos diversos povos que, ao chegarem ao Brasil, participaram da construção dessa identidade diversa. Com uma linha curatorial baseada na afetividade, o projeto expográfico propõe ao público um percurso pelos diferentes espaços do museu: o jardim, onde será realizada uma instalação artística-sonora, as 2 galerias de exposições temporárias onde serão reunidas obras exclusivas, entre elas telas, esculturas e objetos diversos assim como uma instalação artística e enfim uma ocupação dos espaços expositivos do museu. X

  • 25.JUL - 28.DEC O Colecionismo no Brasil - Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim Museu Nacional de Belas Artes | Avenida Rio Branco, 199 - Centro

    +

    A exposição reúne 24 obras, sendo 22 telas e dois desenhos, centrada nas telas de Boudin, além de outros artistas franceses deste acervo, como Alfred Sisley, Edouard Detaille e François Bonvin. Funcionamento: de terça a sexta, de 10h às 17h; sábado, domingo e feriado, de 13h às 17h. Ingresso: R$ 8,00 (inteira), R$ 4,00 (meia) e ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00. Grátis aos domingos. X

  • 16.MAY - 04.MAR Dja Guata Porã: Rio de Janeiro indígena | coletiva Museu de Arte do Rio | Praça Mauá, 5 - Centro

    +

    Mostra trata da história do estado do Rio como história indígena. Concebida a partir da colaboração de povos, aldeias e indígenas que residem no estado ou na capital carioca, a exposição é fruto de um processo de diálogo conduzido entre 2016 e 2017 pela equipe de pesquisa, curadoria e educação do MAR. Funcionamento: de terça a domingo, de 10h às 17h. Entrada: R$ 20,00 (meia-entrada: R$ 10,00). Gratuidade às terças-feiras. X

  • 01.JAN - 31.DEC Genealogias do Contemporâneo - Coleção Chateaubriand e MAM Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro | Av. Infante Dom Henrique, 85 - Centro

    +

    Exposição panorâmica que reúne artistas fundamentais da arte brasileira entre os anos 1920 e 1970. As obras são agrupadas em quatro núcleos que põem em evidência questões que atravessam o imaginário poético moderno e contemporâneo, a partir do contexto cultural específico em que as obras foram produzidas. São elas: 1 – Brasil: visões e vertigens; 2 – Cidades partidas: conflitos e afetos; 3 – Corpos híbridos: identidades em trânsito; 4 – Respirações geométricas. Funcionamento: de terça a sexta, das 12h às 18h. Sábado, domingo e feriado, das 11h às 18h. Ingresso: R$14,00 (estudantes maiores de 12 anos e maiores de 60 anos: R$7,00). Amigos do MAM e crianças até 12 anos: entrada gratuita. Quartas a partir das 15h: entrada gratuita. Domingos: ingresso família, para até 5 pessoas: R$14,00. X

  • 15.APR - 31.DEC MAM: sua história, seu patrimônio | coletiva Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro | Av. Infante Dom Henrique, 85 - Centro

    +

    Exposição tem como objetivo difundir a história da Instituição e da sua arquitetura, para que o visitante possa compreender tudo o que o MAM Rio representa e abriga. Aqui se pode olhar a maquete junto a cronologia da arquitetura e dos presidentes do Museu, podendo-se perceber de que forma todo este conjunto foi construído. A reunião de imagens e documentos aqui levantados pretende trazer a tona fatos importantes tanto para o Museu quanto para a História da Arte e do Cinema no Brasil. Funcionamento: de terça a sexta, das 12h às 18h. Sábado, domingo e feriado, das 11h às 18h. Ingresso: R$14,00 (estudantes maiores de 12 anos e maiores de 60 anos: R$7,00). Amigos do MAM e crianças até 12 anos: entrada gratuita. Quartas a partir das 15h: entrada gratuita. Domingos: ingresso família, para até 5 pessoas: R$14,00. X

  • 14.NOV - 14.JAN 'Mil histórias, duas rotas' - Bet Katona e Roberta Cani Centro Cultural Justiça Federal | Avenida Rio Branco, 241 - Centro

    +

    São cerca de 34 obras, todas pinturas, entre acrílica sobre tela e óleo sobre tela. Apresentam um recorte das trajetórias de Bet e de Roberta, que muitas vezes se cruzam, mas constituem uma narrativa em aberto. As duas artistas têm o mesmo enfoque do urbano em suas obras. Assim é a exposição: obras que dialogam entre si e com o urbano, mas que contam histórias e vivências distintas. X

  • 10.NOV - 08.FEB Laura Erber e Marcelo Jácome Martha Pagy Escritório de Arte | Visconde de Pirajá 35/ 14 andar - Ipanema

    +

    A artista visual e escritora Laura Erber mostra ​ ​uma nova série de desenhos e prossegue na exploração do comportamento insubordinado das linhas, reforçando seu aspecto gráfico sobre o fundo agora preto. Cada desenho apresenta um momento ou cena do enovelamento de diversas linhas que parecem crescer e se multiplicar caoticamente a partir de um núcleo invisível. Marcelo Jácome assim define a nova produção: "Essa série de trabalhos ressurge de uma época em que a rua foi por um tempo ateliê. Um tempo em que percebi que cor e precariedade seriam terrenos interessantíssimos de exploração. Essas colagens aparecem neste momento como afirmação dessas duas instâncias constituintes do meu trabalho. Assim sendo, ofereço a vocês Madureira Pop. " X

  • 09.NOV - 07.JAN 'A obra como espelho" I Individual de Marilou Winograd Centro Cultural Correios | Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro

    +

    “Assim como Lewis Caroll em Alice no País das Maravilhas, pretendo levar o visitante da minha exposição para ‘o outro lado do espelho’”, afirma, metaforicamente, Marilou Winograd. A artista visual comemora duas décadas de carreira na individual “a obra do espelho”, no Centro Cultural Correios, no Centro, sob a curadoria de Ruy Sampaio. Obras grandes - instalações de 3 metros de altura por 6 metros de largura -, formam conjuntos ao lado de outras menores, como as quarenta caixas acrílicas que ostentam dedais, agulhas e fios de cobre que tecem redes de memórias que se ampliam, na concepção da artista. Fotografias ampliadas com layers de outras imagens rasgadas sobrepostas funcionam “como se atravessassem os espelhos através das camadas da obra, numa viagem ao tempo/memória do visível, tornando o invisível parte da obra”, explica a artista. X

  • 08.NOV - 07.JAN 'Memória e Transformação' I Individual de Mário Camargo Centro Cultural Correios | Rua Visconde de Itaboraí - Centro

    +

    Em “Memória e Transformação”, Mário Camargo utiliza a pintura, mas de uma maneira diferente da usada em outras exposições. A pintura parece saltar da tela, deixando de ser enquadrada nos chassis, na busca da transformação em um objeto, escultura, instalação ou simplesmente deixar parte da pintura sair do retângulo. Na instalação, esta busca fica evidente. A transformação é exercida na procura de transpor a barreira da antiga presença. Por meio das tiras, que são resultados de telas rasgadas e repintadas, uma nova representação busca a terceira dimensão ou simplesmente a saída dos chassis”, adianta o artista. X

  • 14.SEP - 15.JAN Povo Insônia | individual de Toz Museu da Chácara do Céu | Rua Murtinho Nobre 93 - Santa Teresa

    +

    A concepção da exposição dialoga com as origens imaginárias do Povo Insônia, uma civilização cuja proveniência é desconhecida, mas fazem eco à identidade brasileira e à riqueza de todas as influências culturais dos diversos povos que, ao chegarem ao Brasil, participaram da construção dessa identidade diversa. Com uma linha curatorial baseada na afetividade, o projeto expográfico propõe ao público um percurso pelos diferentes espaços do museu: o jardim, onde será realizada uma instalação artística-sonora, as 2 galerias de exposições temporárias onde serão reunidas obras exclusivas, entre elas telas, esculturas e objetos diversos assim como uma instalação artística e enfim uma ocupação dos espaços expositivos do museu. X

  • 16.MAY - 04.MAR Dja Guata Porã: Rio de Janeiro indígena | coletiva Museu de Arte do Rio | Praça Mauá, 5 - Centro

    +

    Mostra trata da história do estado do Rio como história indígena. Concebida a partir da colaboração de povos, aldeias e indígenas que residem no estado ou na capital carioca, a exposição é fruto de um processo de diálogo conduzido entre 2016 e 2017 pela equipe de pesquisa, curadoria e educação do MAR. Funcionamento: de terça a domingo, de 10h às 17h. Entrada: R$ 20,00 (meia-entrada: R$ 10,00). Gratuidade às terças-feiras. X